Arlete Santarosa, desde o início de sua trajetória, se dedica à Xilogravura como meio de expressão.
                  Teve presença marcante em atividades ligadas à Cultura do seu Estado, integrando por várias vezes a direção do Núcleo de Gravura do RS e a equipe da direção da Associação Chico Lisboa.
                  Arlete integrou o Conselho Estadual de Cultura do Estado e também o Conselho do Museu de Arte Contemporânea (MAC) do Rio Grande do Sul.
                  A gravadora participou de dezenas de exposições coletivas, salões  e bienais de gravura, nacionais e internacionais. 
No seu currículo, constam mais de 20 exposições individuais como uma individual no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) em 2018 e no Paço Municipal de Porto Alegre (2013).
                 Suas obras – muitas em grandes dimensões – constam em acervos particulares e institucionais, como no MAC/RS e no MARGS e também no histórico de bienais em solo brasileiro e internacional. A artista também conquistou uma série de prêmios na área da gravura, como no V Salão Latino Americano de Artes Plásticas.
 
 
 
"Muito cedo comecei a ter contato com as artes levada pelo meu pai ao encontro de várias manifestações artísticas. 
Em 1969, concluí a Faculdade de Belas Artes pela Universidade de Caxias do Sul e durante 30 anos fui professora de Artes Visuais em Escolas Públicas do meu Estado.
A minha trajetória como xilogravadora foi impulsionada por uma professora da faculdade, entusiasta da técnica, que apresentou imagens de  cordel e expoentes da gravura.
 Optei pela xilogravura pela  característica única de ser uma linguagem de fácil compreensão e identificação. 
Sou uma pessoa comunicativa e direta, assim como a xilogravura.
É uma técnica, na sua essência, dotada de um natural e extraordinário poder de comunicação".